terça-feira, 4 de setembro de 2012
4ª etapa do FotoDigiSub 2012 - Praia da Vitória, Terceira (Açores)
Entre os dias 6 e 9 de Setembro vai decorrer na Praia da Vitória na ilha Terceira mais uma etapa da FotoDigiSub, organizado pelo Centro de Mergulho Octopus.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Arqueólogos coreanos afirmam ter encontrado vestígios do barco mais antigo do mundo
Um grupo de arqueólogos sul-coreanos anunciou, através do Instituto Samhan de Bens Culturais, a descoberta de vestígios de uma embarcação de madeira que terá cerca de oito mil anos em Uljin a cerca de 300 quilómetros de Seul. Se se confirmarem as suspeitas, estes são os vestígios deste género mais antigos de sempre.
Os restos do barco de madeira, que ao que tudo indica terá sido construído na época neolítica (8.000-1.000 a.C.), foram encontrados durante uma investigação a uma série de artefactos recuperados numas escavações em 2005 a pedido do governo de Uljin.
Segundo a agência Efe, estes vestígios só agora foram identificados porque quando foram encontrados estavam muito deterioradas.
“O fragmento do barco e o remo foram retirados junto com uma grande porção de terra e por isso estavam muito corroídos e as suas formas difíceis de reconhecer”, disse ao Korea Times o director do Instituto Samhan de Bens Culturais, Kim Ku-geun, explicando que esta descoberta vai ajudar a explicar uma parte da vida quotidiana e da economia da época neolítica.
No entanto, já em 2005, os arqueólogos responsáveis pelas escavações reivindicavam ter descoberto os vestígios do barco mais antigo do mundo. A descoberta só não foi validade porque carecia de investigação, que foi entretanto realizada e ainda não acabou. Os vestígios continuam a ser estudados e conservados, esperando-se ainda resultados mais concretos.
Os vestígios encontrados pertencem a um barco que serviria para os homens irem à pesca. O seu estudo permitirá ainda perceber os métodos de construção de carpintaria dos habitantes naquela região há oito mil anos.
O fragmento do barco encontrado, que é feito de uma material duradouro, nomeadamente madeira de cânfora, tem 64 centímetros de comprimento, 50 de largura e 2,3 de espessura. O remo, feito de carvalho, mede cerca de 170 centímetros.
Fonte: http://www.publico.pt/Cultura/arqueologos-coreanos-afirmam-ter-encontrado-vestigios-do-barco-mais-antigo-do-mundo-1560586
Feira do Livro do Mar - Museu da Marinha
Até 2 de Setembro de 2012 pode visitar a Feira do Livro do Mar que se realiza no Museu de Marinha, e onde poderá adquirir livros de temática associada ao Mar e à História Marítima.
A mostra pode ser visitada no período de abertura do Museu (10:00 – 18:00 horas).
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Arqueologia subacuatica en el ambito mediterraneo: actualidad y perspectivas de futuro / Underwater archaeology in the mediterranean: present and future
Uno de los objetivos del curso es promover la formación de futuros especialistas en arqueología subacuática desde la propia Universidad de Murcia con el objetivo añadido de establecer una línea concreta de actuación e investigación, en estrecha conexión con el Museo Nacional de Arqueología Subacuática de Cartagena (ARQUA), y el Ayuntamiento de Sant Antoni de Portmany (Ibiza)
Fechas y lugar de celebración
- Fechas de realización: Del 10-09-2012 al 12-09-2012
- Sede: SANT ANTONI DE PORTMANY (IBIZA)
- Lugar: Centro de Interpretación del Mar. Calle de Alemanya, 07820, Sant Antoni de Portmany, Ibiza, Islas Baleares
- Inscripción: Del 04/03/2012 al 03/09/2012
Datos generales
- Duración: 25 horas
- Número máximo de alumnos: 100
- Créditos de libre configuración: 2.5
- Créditos ECTS - CRAU: 1
80 €
Para saber mais: http://www.um.es/unimar/ficha-curso.php?estado=V&cc=51037
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Exploração da plataforma marítima, Açores
A missão de recolha de amostras do fundo do mar, que pretendem fundamentar a extensão da plataforma continental portuguesa, vai custar ao Estado cerca de 700 mil euros. Durante 90 dias, investigadores vão recolher dados nos Açores.
A bordo do ‘Navio Almirante Gago Coutinho', fundeado ao largo de Sesimbra, o ROV Luso, robô submarino operado remotamente, mostrou ontem as suas habilidades com um mergulho de teste, a cerca de 150 metros de profundidade. O objectivo foi relançar o projecto da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental.
"A missão com o ROV Luso nos Açores, 48 dias no ‘Almirante Gago Coutinho', o único navio da Marinha portuguesa que tem um sistema de posicionamento dinâmico que permite a operação com o robô, serve sobretudo para recolher amostras de rochas. Isto permite reforçar a proposta que foi feita às Nações Unidas em 2009, para estender a plataforma continental. Como a apreciação está prevista para 2016, até lá as operações continuam", explicou ao CM o geólogo Pedro Madureira, chefe da missão.
"Portugal na linha da frente"
A ministra do Mar, Agricultura, Ambiente e Ordenamento do Território, Assunção Cristas, e o secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, acompanharam o mergulho do ROV Luso a bordo do navio ‘Almirante Gago Coutinho'.
"Esta missão permite a Portugal estar na linha da frente e ser pioneiro. É fundamental estender o território para depois o explorar" referiu a ministra Assunção Cristas, que acrescentou que "o valor da missão tem retorno, a riqueza de alargamento da plataforma continental justifica-o".
Escavação de dois barcos identificados no porto de Cádiz
La Dirección General de Bienes Culturales e Instituciones Museísticas de la Consejería de Cultura y Deporte de la Junta de Andalucía ha autorizado el traslado de uno de los dos pecios, así como excavaciones en los dos barcos hundidos y hallados en el Puerto de Cádiz durante las obras de construcción de la nueva terminal de contenedores.
Tras el informe favorable del Centro de Arqueología Subacuática (CAS) a la petición de traslado del pecio que el pasado 9 de julio hizo la Autoridad Portuaria de la Bahía de Cádiz, la Consejería de Cultura ha resuelto autorizar tanto la medida cautelar de traslado de dicho pecio como actividades arqueológicas en ambos barcos localizados. Para ello, la Consejería de Cultura y Deporte encargó un informe técnico que acaba de ser entregado a la Delegación de Cultura de Cádiz y trasladado, a su vez, a la Autoridad Portuaria.
En este sentido, Cristina Saucedo, delegada territorial de dicha Consejería, ha aplaudido, a través de un comunicado, la "diligencia" con que la Junta de Andalucía "ha cumplido con su parte del trabajo" y confía en que la actividad arqueológica autorizada, que será inspeccionada por dos arqueólogas de la Delegación de Cultura, sea "fructífera".
Cabe recordar que ambos pecios históricos fueron localizados durante los trabajos de control y seguimiento arqueológico en las obras antes citadas.
El primero de los pecios se encuentra sobre un montículo de fango entre los 16 y 19 metros de profundidad y mide 21 por siete metros. Durante las obras, la draga había socavado los sedimentos a ambos lados del pecio por lo que, dada su inestabilidad, se ha decidido, como medida cautelar, el traslado previo a la intervención arqueológica. Dicho traslado consistirá en el desplazamiento a unos 500 metros del emplazamiento original y a una menor profundidad (unos cinco o seis metros) para facilitar la posterior excavación.
El informe técnico, que ha sido elaborado por los servicios técnicos de la Dirección General de Infraestructuras y Explotación del Agua, añade que el procedimiento de extracción se hará colocando a ambos lados del pecio unos patines metálicos sobre el que se colocarán las patas de un bastidor fabricado con vigas de un grosor y características específicas. Desde ahí, se introducirán cinchas bajo el pecio, con ayuda de lanzas de agua, formando un conjunto compacto, estable y seguro que se izará con ayuda de un barco grúa hasta la cota fijada. Previamente se colocará una lámina de geotextil que cubrirá y cerrará el pecio, evitando pérdidas de elementos arqueológicos durante el traslado y posterior excavación.
En cuanto a la actividad arqueológica, una vez trasladado el primero de los pecios, se llevará a cabo la excavación y el registro de los restos de ambos barcos. Para ello se documentarán los cascos exteriores, se retirará el sedimento eliminando estratos mediante el levantamiento controlado de niveles y documentando y registrando los objetos encontrados. El sedimento se cribará y se depositará a ambos lados de los pecios en sacos. En el primero de ellos, esto servirá para apuntalar el casco y evitar la apertura del mismo.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Jumbo freeze-dryer used to rebuild ancient ship
French explorer's vessel sank in 1686 in Gulf of Mexico
More than three centuries ago, a French explorer's ship sank in the Gulf of Mexico, taking with it France's hopes of colonizing a vast piece of the New World — modern-day Texas.
Like La Salle in 1685, researchers at Texas A&M University are in uncharted waters as they try to reconstruct his vessel with a gigantic freeze-dryer, the first undertaking of its size.
'If we were to take any piece of wood, say it's been in the water for 300 years, and pull it out, it would shrink, crack, warp within a couple of days.'—Peter Fix, Texas A&M University
By placing the ship — La Belle — in a constant environment of up to 60 degrees below zero, more than 300 years of moisture will be safely removed from hundreds of European oak and pine timbers and planks. The freeze-dryer, located at the old Bryan Air Force base several kilometres northwest of College Station, is 12 metres long and 2.4 metres wide — the biggest such machine on the continent devoted to archaeology.
Researchers will then rebuild the 16.5-metre vessel, which will become the centrepiece of the Bob Bullock Texas State History Museum in Austin.
From a historical perspective, it's "an icon of a small event that dramatically changed the course of Texas history," said Jim Bruseth, who led the Texas Historical Commission effort to recover the remains.
The supply ship was built in 1684 and sank two years later in a storm on Matagorda Bay, about midway between Galveston and Corpus Christi.
'Importance piece in ship architecture'
"When La Belle sank, that doomed La Salle's colony and opened up the door for Spain to come in and occupy Texas," Bruseth said. "People can see firsthand how history can turn on a dime."
A photo from Aug. 8, 2012, shows Chad Gulseth cleaning a piece of wood from the 17th-century French ship La Belle at the Texas A&M University Center for Maritime Archaeology and Conservation in Bryan, Texas. The wood has spent months inside a giant freeze-dryer being used to remove moisture from the wreckage of the ship. (Michael Graczyk/Associated Press)
"It's an important piece in ship architecture," said Peter Fix, conservator at the school's Center for Maritime Archaeology and Conservation. Researchers have determined that unlike earlier vessels, the frames on La Belle were marked specifically by the French craftsmen so the wood comprising the hull could follow the complex curve of the ship.
"This was the age of Enlightenment when math was coming into more play," Fix said.
After a more than decade-long hunt, Texas Historical Commission archaeologists found it in 1995 in four metres of murky water. Then began the tedious recovery that involved constructing a dam around the site.
After the water was pumped out, teams dug through up to two metres of mud in the Gulf of Mexico seabed to retrieve the nearly intact ship and some 700,000 items, from swords, cannons and ammunition to beads and mirrors intended for trade. Archaeologists also found one skeleton, believed to be a crew member or settler among the some 40 people aboard.
The ship was then transferred to the Texas A&M lab, where the water-logged wood has been immersed in a chemical solution to keep it solid.
Initially, the ship was being reassembled in a two-stage chemical process, but as oil prices rose, so did the cost of the key chemical, polyethylene glycol. They decided the freeze-dry process was more economical and would shorten the preservation timeframe. So, the hull was disassembled and the wood was categorized and digitally scanned so that they could make moulds of its original shape.
A New York-based firm that specializes in scientific equipment built the submarine-like freeze dryer.
"If we were to take any piece of wood, say it's been in the water for 300 years, and pull it out, it would shrink, crack, warp within a couple of days," Fix said. "The physical stress on wood would essentially cause it to fall apart and crumble and powder into pieces."
Process could last 4-7 months
But scientists know that at the right temperature and pressure, water can go from being solid to gas and skip the liquid phase.
"It's a slow, controlled process and depending on the thickness of material, over four to six or seven months, we know that timber has lost most of its bound water and it's safe to bring out," Fix said, noting that they're experimenting with smaller pieces to "make sure nothing goes wrong."
A similar preservation using freeze-dryer technology is planned for a medieval ship discovered in 2002 in Newport, South Wales. That vessel is about twice the length of La Belle.
The La Belle rebuilding will start late next year at the Bullock Museum.
"I can't wait," said Bruseth, who is serving as guest curator for the exhibit. "It's just fantastic to see this project reach the point where we'll actually be reassembling the ship as a permanent installation."
Rene-Robert Cavelier Sieur de La Salle was the first European to travel the Mississippi River south to the Gulf, claiming all the land along the Mississippi and its tributaries for France in 1682. In 1685, he sailed from France with more than 300 colonists aboard four ships, La Belle among them, to establish a settlement at the mouth of the Mississippi.
Maps of the time show he believed the river was closer to Mexico, and his expedition missed the Mississippi by hundreds of miles.
"They were guessing," Bruseth said.
His team established a colony near Matagorda Bay, but it was ravaged by disease, rattlesnakes and Indians. Three years later, La Salle led a handful of survivors inland in search of the Mississippi. The explorer didn't make it out of Texas; he was murdered by his own men.
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